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COMO É DIFICIL

Eu sempre falei que a pior inveja
É aquela quando uma pessoa não quer que o outro tenha algo!
Parece simples......quando falamos dos outros!

Ontem me flagrei assim!
Eu e o Brasil quase inteiro, NÃO QUERÍAMOS que a Argentina fosse campeã

Disfarçados de torcedores da Alemanha, 
Destilávamos todo nosso desejo que a Argentina perdesse!

Parei e pensei...COMO É DIFÍCIL
Falar é fácil, viver o que fala que é dificil!
Ah! Mas é no futebol, nosso maior rival!
E daí...esse nosso perfil de nosso caráter ficou evidente nas finais...
Enquanto os alemães enfileirados aplaudiam seu adversário
Os brasileiros ganharam o rumo do seu vestiário!

Torcer para Alemanha? Será que faz sentido?
Éramos uma potência na Formula um...
Apenas um alemão foi necessário para igualar a história...
E agora? Quem vai ser o país do futebol?
Por enquanto ainda é o Brasil....por enquanto

Aprender com os alemães? Isso sim...
Não só no futebol, mas sobretudo no caráter...na vida
O dia que nosso metrô e ônibus não precisarem de catracas
Porque as pessoas pagam sem precisar controla-las
Quando a educação houver mudado nossa sociedade 
Aí sim....teremos o melhor título de campeão!

Mas e a INVEJA? ARGENTINA? ETC,
Ah como é dificil.....
Pensar nisso, expor nossas fraquezas
TENTAR SER MELHOR....
Pode Nos coloca num caminho diferente
E é isso que precisamos....
Ser melhores hoje que fomos ontem...
Que Deus nos ajude!
Mas....COMO É DIFÍCIL!

QUEM DESCOBRIU O BRASIL?

Os alemães!

Também lá em Santa Cruz De Cabrália
Costa da Bahia, mesmo lugar de Cabral
Vieram nos descobrir..
Novamente? Sim era preciso..

Nos descobrir para:

Expor nossas mazelas...
Ridicularizar nosso orgulho
Implodir o falso patriotismo
Repensar nosso caráter
Mostrar como se faz o certo
Ensinar prioridades
Enfim....descobrir isso e muito mais
Fazer uma nação chorar
Sem realmente saber qual a razão
De tamanha decepção!

Mas também descobrir...

Um povo lindo e alegre e hospitaleiro
Apaixonado e esperançoso
Uma nação gigante
que precisa ser descoberta por seu povo
Que ao descobri-la possa ver
Quão explorado está...
Preços abusivos, Impostos esfoliantes
Políticos insignificantes
Que o Governo é desgoverno
E desgovernado estamos
E vendo essas e outras mazelas
Possamos levantar a cabeça
E descobrir debaixo dos próprios olhos
Como um gigante adormecido 
Uma nova e grande nação
Que tomara possa acordar depois desse vexame 
Presenteado pelo time Alemão.

E AGORA DEUS?

O papa emérito é alemão
O atual é argentino,
Uns falam que Deus é brasileiro
Jogadores efusivos clamam em campo...
Querendo que Deus jogue e ganhe por eles...

E AGORA DEUS, DE QUE LADO O SENHOR ESTÁ?
Se atender os pedidos dos filhos argentinos
Deixará tristes os milhões de filhos alemães
Se fizer ao contrário, chorarão os argentinos
E agora Deus? Fazer o que?
Simples....
DEUS TEM MAIS O QUE FAZER
Princípios de uma guerra em israel
Crianças morrendo de desnutrição na África
O vírus Ebola saindo do controle ameaçando a humanidade
Muitas igrejas cuidando mais de dinheiro que de pessoas
Homens sem caráter desviando recursos da saúde e educação
Para desfrutar em iates, jatinhos e orgias
É....isso e muito mais...
DEUS TEM MAIS O QUE FAZER!
Precisa encontrar pessoas dispostas a fazer algo melhor
Precisa encontrar corações dispostos a amar mais pessoas que coisas
Precisa abrir nossos olhos para vermos quanto mais podemos fazer
Precisa ainda ficar toda hora provando aos incrédulos
Que ele existe e isso não significa o bem absoluto para os homens
E sim uma forma também de minimizar o mal que os homens fazem a si mesmos e a seu futuro...

E AGORA DEUS?
Será que alguém ainda acha que Deus tem de se preocupar com Copa
Quem assim pensa
Precisa rever sua crença e entender Deus tem outros alvos
E por causa disso e de nossa indiferença ante tudo isso...
ELE TEM MUITO MAIS O QUE FAZER

TPH - UMA SÍNDROME CRUEL

Voce sofre disso?



TPH? Denominação que atribuí para a TENSÃO PÓS HOLERITE. É aquela síndrome que inicia quando recebe seu salário nesta fase do mês, e certifica-se daquilo que já tem certeza: O Salário não dá para pagar as contas! Daí, você sente dor de barriga, azia, má digestão, dor de cabeça, transpiração excessiva, desmotivação, revolta, depressão, etc.



O interessante é que poucas pessoas ficam indignadas com quem realmente é culpado disso: Na maioria das vezes, ela mesma!



Por que somos culpados disso:



– Não temos um orçamento ou planejamento de nossos gastos e assim gastamos mais do que ganhamos;

– Não poupamos para imprevistos e quando eles acontecem, não temos nenhuma reserva;

– Nossa reserva é o limite do cheque especial, quando usamos, pagamos juros e reduzimos nosso nível de renda e transferimos ao banco;

– Compramos por impulso, não distinguimos entre desejos e necessidades;

– Nos associamos facilmente ao padrão de vida de pessoas que tem padrão de vida melhor que o nosso ou que também gasta desordenadamente;

– Somos totalmente avessos a qualquer tipo de disciplina e renúncia;



Claro que existem mais motivos para isso, além daquelas situações que saem fora de nosso controle, por isso, é importante ser consciente que na grande maioria das vezes o remédio para essa síndrome está em nós mesmos!



Ah! Não adianta pegar a calculadora e ficar somando o holerite ou reclamando no RH da empresa. Normalmente está tudo certo! Nem adianta olhar para o colega do lado para tentar emprestar dinheiro dele porque provavelmente ele está na mesma situação.

DESEJOS E NECESSIDADES E AS FINANÇAS

O maior desafio do ser humano na hora de comprar algo, e conseguir controlar seus desejos. Mesmo porque, todas as estratégias de Marketing estão direcionadas para esse nosso ponto fraco.

Tirar nossa decisão do racional e levar a decisão para o lado emocional, é o sonho de qualquer vendedor preparado! Se caímos nessa armadilha, a conseqüência aparece após voltarmos ao estado racional: aquela célebre sensação de um misto de alegria e insegurança, em que ficamos nos perguntando se realmente fizemos a coisa certa!

 

O caminho para cometer menos erros nessas situações, é ter sempre em mente a pergunta: Isto é necessário ou é apenas um desejo momentâneo? Claro que não é porque é um desejo que você vai deixar de comprar, è muito importante nos presentearmos de vez em quando, mas isto levará você a outros questionamentos:

 

  • Este é o momento certo?
  • Não estou comprando sem pesquisar preços e condições?
  • Tenho outras alternativas?
  • Não estou fazendo dívidas, pagando juros, que posso poupar antes e comprar depois?
  • O marido ou a esposa vai concordar com isso? (essa talvez seja a pergunta mais difícil de responder, mas é um bom termômetro!)

É muito importante, entender, que algumas coisas podem ser ao mesmo tempo desejos para uns e necessidades para outros: Vejamos um exemplo

  • Um carro atual, com motor 2.0, ar condicionado, air bag, etc., é necessidade para quem viaja muito, e também para a imagem do executivo, advogado, etc. Mas para levar as crianças na escola, só é interessante se seu patamar de renda, o custo esse carro não lhe cause nenhuma preocupação. Ao contrário, é uma satisfação de desejo que custa muito caro!  (veja a postagem: Quanto custa rodar em um carro novo?)

Dessa forma, a melhor dica é: Nunca compre com a emoção! Compras que saem da sua rotina, volte para a casa, pense, converse com pessoas amigas. Assim você fará algo que realiza seus desejos e gera satisfação e não Angústia nem problemas!

Participação feminina no mercado de cartões cresce acima da média

 | 06.03.2006

No ano passado, número de mulheres com cartão cresceu 30,4%, e elas gastaram 29,8% a mais com o dinheiro de plástico

LINK PARA MATÉRIA ORIGINAL

 Por Karla Spotorno

EXAME 

Quem chama as mulheres de consumistas pode ter ganho um novo argumento e, dessa vez, baseado em uma pesquisa. Em 2005, a participação das mulheres no setor de cartão de crédito aumentou acima da média e foi bem maior que a taxa de crescimento da presença masculina no mercado. Além de estarem usando mais o dinheiro de plástico, as mulheres ainda compram especialmente em lojas de roupas, calçados e perfumarias, assim como ditam os clichês. Enquanto isso, os homens passam o cartão de crédito principalmente em postos de combustível e restaurantes.

A pesquisa da Credicard, divulgada nesta segunda-feira (6/3), reforça esses e outros clichês sobre o perfil consumidor da mulher mas aponta um motivo: a maior inserção da mulher no mercado de trabalho nos últimos anos e o aumento da massa salarial. O estudo, baseado em dados da empresa e estimativas do mercado, mostrou que o total de cartões em mãos femininas cresceu 30,4% no ano passado em relação a 2004. Em bolsos masculinos, cresceu 23% e, na média do mercado, 26,6%.

Em 2005, elas gastaram mais também. O volume financeiro movimentado pelas consumidoras cresceu acima da média: elas compraram 29,8% mais com o dinheiro de plástico, movimentando 57,9 bilhões de reais em 2005. Na mesma comparação, o volume total de compras cresceu 27,1%, chegando a 127,6 bilhões. 

Para Fernando Chacon, diretor-executivo de Marketing da Credicard, a mudança se explica com o aumento das mulheres na população economicamente ativa do país - que cresceu 6,7% de 2003 para 2004 - e também na maior massa salarial. Desde 2004, mais mulheres ganham acima de 300 reais, apesar de ainda terem, na média, salários menores que os homens, segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística. O percentual de mulheres ganhando até 299 reais por mês caiu de 61,2% em 2001 para 49,8% em 2004.

Tíquete mais baixo

A questão salarial justifica, em parte o consumo de produtos e serviços de menor valor pela mulher. O tíquete médio é de 81 reais, sendo que a média do mercado é de 88 reais. "Mas esse dado também demonstra que a mulher incorporou no seu dia-a-dia o uso do cartão de crédito, usando em compras pequenas", afirma Chacon.

Para o diretor-executivo da Credicard, o hábito de usar o cartão diariamente, o crescimento da participação feminina no mercado e o aumento da renda sugerem boas oportunidades para o setor nos próximos anos. "A expectativa é que a representatividade das mulheres no volume cresça com o aumento salarial", diz Chacon.

Perfil de consumo:

Onde usam o cartão de Crédito:

HOMEM: Supermercados, restaurantes, hotéis e postos de serviço

MULHER: Perfumaria, roupas, calçados, lojas de departamento, farmácias, etc.

Famílias se endividam mais para elevar consumo

 | 13.03.2006

Na classe C, a mais afetada pelo processo, volume de dívidas cresceu 8% no ano passado

 

LINK PARA MATÉRIA ORIGINAL

Por Márcio Juliboni

EXAME 

Endividar-se foi o modo que as famílias brasileiras encontraram para aumentar seu consumo no ano passado, segundo pesquisa da consultoria Latin Panel, especializada em varejo. Visitando semanalmente cerca de 8.300 domicílios, os pesquisadores constataram que o volume médio de consumo subiu 6% para uma cesta de 71 produtos. Já os gastos mensais aumentaram 9%. Como a renda média familiar dos entrevistados avançou apenas 4%, a conclusão é que a expansão das compras foi sustentada pelo aumento das dívidas, como o crediário. No período, o nível de endividamento subiu 3%.

De acordo com Margareth Ikeda Utimura, diretora comercial da Latin Panel, 85% das famílias entrevistadas realizaram compras a prazo no ano passado. Cerca de 60% delas possui alguma dívida. "Os empréstimos, financiamentos, parcelamentos e até mesmo a inadimplência foram o modo como as famílias ampliaram seu consumo", diz. A executiva destaca, ainda, o maior número de parcerias entre as grandes redes de varejos e instituições financeiras, a fim de fornecer crédito para os clientes.

O trabalho também constatou que, com exceção das classes A e B, as demais estão gastando mais do que ganham. O gasto médio mensal das famílias dos grupos A e B ficou em 2 256 reais no ano passado, contra uma renda média familiar de 2 278 reais. Na classe C, os gastos somaram 1.369 reais, para uma renda de 1.255 reais. Entre as camadas D e E, o gasto médio foi de 926 reais, ante um rendimento de 910 reais.

Classe C

A classe C respondeu por 33% do consumo no ano passado, a população A e B, 22%, e as classes D e E, 45%. Com renda familiar na faixa de 4 a 10 salários mínimos, a classe foi a que mais se endividou. O nível de endividamento dessa parcela de consumidores subiu 8%. O volume médio de compras cresceu 7%, contra um gasto médio 10% maior.

Para Margareth, esse comportamento é explicado pela diferença entre as aspirações e a capacidade de compra da classe C. "Esses consumidores têm desejos semelhantes aos das classes A e B, mas sua renda está mais próxima das camadas mais baixas", diz. Por isso, o comportamento de compras a prazo é semelhante às famílias de maior poder aquisitivo. A classe C financia mais a compra de móveis, por exemplo, que as classes A e B (46% das respostas, ante 44%); parcelam os eletrodomésticos na mesma proporção (54% das respostas para ambas as classes); e ficam pouco atrás no crédito de vestuário (56% ante 58% da A e B). Também estão perto nas compras parceladas em supermercados (30% ante 34%).

Perspectivas

Segundo Margareth, a expansão do consumo em 2005 superou as expectativas, em razão de o ano ter registrado uma série de turbulências políticas, que sempre reduzem a confiança dos consumidores, e pela rigidez da política monetária, que manteve a taxa básica de juros elevada.

Apesar disso, a maior oferta de crédito, além do aumento do nível de emprego e uma discreta melhora na renda dos trabalhadores contribuíram para estimular o consumo. A dúvida, agora, é por quanto tempo as famílias ainda conseguirão se endividar para ampliar as compras. "De qualquer modo, as expectativas ainda são favoráveis, por estarmos em um ano de eleições, Copa do Mundo e tendência decrescente dos juros. As perspectivas de consumo para 2006 ainda são positivas", afirma Margareth.

APARENTEMENTE ESTA SERIA UMA GRANDE NOTÍCIA!

 

Juro para pessoas físicas e empresas recuam em dezembro, diz Anefac

13/01/2006 - 11h59

 

da Folha Online   (LINK PARA A MATÉRIA NA ÍNTEGRA)

 

Os juros cobrados pelas instituições financeiras das pessoas físicas e das empresas recuaram de novembro para dezembro, segundo levantamento da Anefac (Associação Nacional dos Executivos de Finanças).

O estudo mostra que a taxa média para os consumidores caiu 0,04 ponto percentual no período, de 7,63% para 7,59% ao mês. A taxa equivalente ao ano, passou de 141,66% para 140,58%.

Chamou a atenção no período a queda nas taxas do cartão de crédito para pessoas físicas. Depois de ficarem quatro meses estacionados em 10,30%, caíram para 10,25% ao mês em dezembro, um recuo de 0,05 ponto percentual.

O Copom (Comitê de Política Monetária) do Banco Central iniciou o processo de redução do juros em setembro do ano passado, após nove altas consecutivas e três manutenções. De setembro a dezembro de 2005, a Selic recuou 1,75 ponto percentual, de 19,75% para 18% ao ano.

 

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MEU COMENTÁRIO:

 

O Para o mundo inteiro difícil é entender como juros de 7,00 e 10% ao mês, enquanto a inflação está em torno de 5% ao ano, são falados em páginas de finanças dos jornais e não nas páginas policiais.

 

Em muitos países,  a taxa de juros não pode cair 0,5%  ao mês porque fica abaixo de zero. Aqui no Brasil, falar isso parece piada de mau gosto, porque não muda praticamente nada para quem paga o juro.  Mais que isso, o que dói é que muitas pessoas continuam pagando isso sem perceber o tamanho da loucura que estão fazendo contra suas economias, seu trabalho e seu futuro.

 

UM DIA ISSO MUDARÁ!

OBJETIVOS DO ORÇAMENTO FAMILIAR

  

A função orçamento familiar é exatamente como nos exemplos da postagem anterior: criar definições, fazer previsões e organizar as finanças da família de acordo com as necessidades e a possibilidade de vida de cada um, é como construir seu “muro” ou fazer a “sua viagem” dentro de uma linha previamente traçada, sem atropelos, nem surpresas para também chegar onde todos desejam, que é a uma vida financeira administrada e equilibrada, com boa qualidade de vida e buscando realizar os planos de todos os componentes da família, dentro de suas possibilidades, sem muitos transtornos nem surpresas desnecessárias.

 

Para cumprir suas funções, o orçamento familiar, não deve ser uma forma de aprisionamento dos recursos da família ou de monitoramento de gastos deste ou daquele componente da família. Se acontecer isso, certamente gerará dificuldades na aceitação e resistência das pessoas.

 

Outra função importante é que como fator de organização das finanças da família, o orçamento serve para educar os hábitos de gastos e investimentos, visto que se usado de forma correta, expõe com clareza todos os erros e acertos financeiros, e com isso, ajuda a definir a cultura dos seus membros para que assim, ao constituírem outras famílias, levem consigo esse aprendizado.

 

Concluíndo, em palavras simples, o orçamento é para por ordem nas finanças, organizando a situação atual, prevendo os próximos passos e planejando os passos do futuro. Resumindo: Uma ferramenta para cuidar melhor do que ganhamos, para que as nossas finanças tornem-se frutos e não espinhos em nossa vida.

ORÇAMENTO FAMILIAR

O QUE É PLANEJAMENTO, E PORQUE É PRECISO PLANEJAR!

 

Planejar, em uma definição simples é pensar antecipadamente nos rumos, traçar caminhos,  prever saídas, necessidades, prever problemas imaginar soluções, medir riscos, etc.

 

Fazemos isso muitas vezes na vida, mesmo que de maneira informal, sem colocar no papel. Por exemplo, quem ainda não organizou uma festa, um casamento ou um evento qualquer. Quanta coisa tem e ser pensada antes, quantas previsões precisam ser feitas, etc.

 

Vejamos outros exemplos de como fazer um planejamento. O construtor de um muro, antes de iniciar, observa o terreno, avalia o desnível, calcula materiais necessários e depois estende uma linha pelo traçado, demarca os locais dos pilares, define as condições da estrutura. Com isso ele já definiu grande parte das necessidades de seu trabalho. Isto torna muito mais fácil tanto para ele quanto para os outros entenderem como será feito o muro.

 

Como outro exemplo, imaginemos uma pessoa que mora em Curitiba e precisa viajar para São Paulo. A primeira coisa que ela faz é elaborar os planos da viagem. Para isso, precisa definir algumas coisas, para que sua viagem não torne-se um pesadelo, vejamos algumas questões básicas que ela precisa ter  respostas:

 

a) Para onde precisa ir?

b) Quando precisa ir?

c) Quantos dias precisa ficar?

d) Quanto vai gastar?

e) Qual o meio de transporte que vai utilizar?

 

Com essas questões resolvidas, já é mais fácil ter definições do que ela necessita para a viagem, tais como: Roupas, dinheiro, tempo, meio de transporte, etc.

 

Entendendo isso, você já deum uim importante passo no aprendizado de como planejar.  Também aprende que planjando,  diminui a chance de viver sob imprevistos e sobressaltos!

 

Então, a partir de agora vamos continuar este assunto  e nas próximas postagens estaremos falando sobre orçamento familiar - Uma forma de planejar e controlar as coisas de sua vida e  principalmente suas  finanças. SIGA-NOS!

SEGUNDA PARTE DA MINHA ENTREVISTA AO JORNAL DO COMMERCIO DO RJ

Quais são os caminhos para alguém descontrolado financeiramente educar-se e tornar-se um poupador? 

a)       A primeira coisa: Perceber o custo de stress que isso gera na sua vida: Imaginando uma situação financeira estável e disciplinada, como seria diferente sua vida no trabalho, no relacionamento, no humor, na vida sexual, no casamento, etc.

b)      Quantificar o custo dessa indisciplina. Hoje, os juros de cheque especial, cartões de créditos são algo impensável para alguém que faz qualquer cálculo. Um exemplo disso, é calcular qual o percentual que os juros pagos representam da sua renda mensal, ou se quiser se motivar mais ainda, basta saber que se ao invés de pagar juros, depositar mensalmente o mesmo valor em uma aplicação financeira que renda 0,8% líquido ao mês, em 15 anos terá acumulado cerca de 400 vezes o valor que é depositado mensalmente. Exemplo: Depósito R$200,00 mensais em 15 anos (180 meses), juros de 0,8%ao mês, acumula algo em torno de R$80.000,00.

c)       Fazer um pacto familiar em prol do objetivo. Todos devem estar comprometidos com isso. Organização financeira significa algumas renúncias, como o ser humano não é muito dado a isso, quanto mais comprometidos estiverem, menos dificuldades terão pelo caminho.

d)      Organize seu orçamento por escrito, onde possa ter acompanhamento dos interessados. Como ferramentas para isso, existem bons programas de controle de orçamento doméstico disponíveis gratuitamente ou de baixo custo na internet. Eles ajudam muito nessa tarefa. Uma boa planilha eletrônica também resolve.

e)       Não se considere super-homem ou a mulher maravilha. As recaídas acontecerão, isso é natural. Use elas como lições para não cair na próxima.

f)        Entenda que isso não se resolve em um mês ou em dias. Para muitos é uma adequação de cultura, isso pode levar meses para fluir naturalmente. Lembre-se: nós conseguimos tomar um galão de água, mas tomando um copo por vez.

g)       Seja coerente e não esqueça de viver. Nada adianta você programar uma excelente poupança e chegar no final sem forças para usufruí-la ou mesmo chegar lá com a família desintegrada. Se seus planos de poupança mantiverem uma linha de naturalidade na vida familiar, terão mais probabilidade de sucesso.

 

CLIQUE AQUI E VEJA A ÍNTEGRA DA MATÉRIA PUBLICADA

O DIFÍCIL HÁBITO DE POUPAR

Texto da Entrevista que concedi ao Jornal do Commercio (RJ) para artigo publicado dia 30/01/2006

 

É possível se programar, mesmo para quem não tem o hábito e poupar?

 

É possível sim, mas não é fácil. Poupar, para quem não tem esse hábito, não é simplesmente guardar dinheiro, é preciso antes, criar uma disciplina no seu orçamento, para que hajam recursos para a poupança.

O povo brasileiro, ao invés da disciplina da poupança, tem a cultura do empréstimo, prefere financiar, usar o limite do cheque especial ou mesmo parcelar e pagar depois. Para reverter esse hábito, o nível de disciplina exigido não é algo que seja alcançável com facilidade.

Fazer isso, é muito semelhante às pessoas que são sedentárias ou as que desejam perder uns “quilinhos”. O regime alimentar, a dieta, a academia, a caminhada na praia, ficam adiados para a famosa “segunda-feira” e na realidade nunca começa efetivamente, até que algo mais relevante aconteça, como distúrbios de saúde, desilusão amorosa ou coisa parecida, aí as pessoas são compelidas a se reeducar de forma forçada.

Da mesma forma na vida financeira, apenas poucas pessoas conseguem sair de uma situação desorganizada de forma natural, por causa da envergadura mudança de hábitos familiares que ela exige, e convenhamos, não é fácil reeducar a nós mesmos, muito mais difícil ainda quando trata-se de mudar os hábitos de consumo da família toda.

Nas Finanças, como nos casos de mudança de hábitos alimentares e de sedentarismo, a tendência é que também isso ocorra com mais facilidade quando a pessoa passa por problemas ou situações sérias, como uma situação de desemprego, queda de renda, doença na família, ou mesmo a construção da casa própria.  Nessas situações de necessidade, a falta de alternativas gera união e a disciplina com mais facilidade, normalmente perenizando os bons hábitos adquiridos nesses momentos. É bom não esperar por isso e fazer de forma natural.

Obviamente existe uma parcela de pessoas disciplinadas que conseguem fazer isso. Infelizmente são uma minoria. Iisso é expressado na Pesquisa de Orçamentos Familiares do IBGE de 2002-2003 onde detecta que 85% das famílias brasileiras sentem alguma dificuldade de chegar ao final do mês com seus rendimentos, sobrariam apenas 15% delas com capacidade para poupar.

 

A íntegra da matéria publicada está no blog: www.blogdoeroni.blogspot.com

O LIMITE DO CHEQUE ESPECIAL É COMPLEMENTO DE RENDA?

Tenho ouvido muitas pessoas falar nisso, mas cabe esclarecer uma coisa: Utilizar o Limite do cheque especial é uma ferramenta de socorro para quem tem alguma situação inesperada e não tem nenhum tipo de reserva financeira. Ocorre que pela facilidade de uso e a indisciplina financeira da maioria das pessoas, esse crédito tornou-se uma dívida rotativa. A pessoa usa direto, baixando ás vezes parcialmente quando faz depósitos ou recebe salário, amortiza temporariamente e volta a usar normalmente como se esse fosse o saldo de sua conta.

Ao invés de complemento de renda, isso é um enorme redutor. Manter uma conta corrente com taxas, tarifas, CPMF, etc., já custa normalmente próximo de R$50,00 por mês. Para quem ganha R$1.000,00 mensais, isso singnifica um gasto fixo de 5% de seu ganho. Normalmente uma pessoa com essa faixa de renda consegue um limite de R$2.000,00 no seu cheque especial, com facilidade, isso resultará no pagamento de R$100,00 de juros mensais.

Totalizando, isso representa no final, um gasto fixo de 15% de seus rendimentos. Esse comprometimento reflete negativamente na percepção de renda mensal, e aí o mais comum, é concluir que é a empresa que trabalha que paga pouco, o patrão é quem é culpado, e assim por diante....será??

Dívidas, de qualquer forma, só há alguma forma de se justificar em casos de imprevistos. Mesmo assim, devemos ter alguma reserva para resolver essas situações. Usar Cheque especial para cobrir gastos indisciplinados ou não planejados é a maior maldade que uma pessoa pode fazer consigo mesmo: Entregar para o banco em forma de juros, uma gorda fatia do que arduamente laborou para ganhar.

Um texto meu, publicado plelo jornal O DIÁRIO, DE MARINGÁ.

:: Juros altos: o consumidor paga

JOSÉ ERONI FERNANDES

Juros. Analisar esse tema me faz lembrar de um antigo quadro do programa humorista Jô Soares, no qual seu personagem, hospitalizado em estado crítico, entubado, ouvia coisas que lhe soavam estranhas e pedia aos atendentes:”Tira o tubo!”. A mensagem: é melhor morrer do que viver para ver essas coisas. Juros, novamente é um tema que tem ocupado grande espaço na imprensa, é conversa quente nas rodas de discussões de leigos, entendidos, políticos e profissionais da área. O tema é muito caloroso e polêmico, tanto pelos conceitos econômicos quanto pela lógica popular.
O que soa estranho é que sempre que se fala em juros altos, quase só se ouve da taxa Selic, que é a que serve como referência para toda a política de juros do país. Aí a questão: E as taxas praticadas ao consumidor, estão esquecidas?
Bom, isto que tem ficado à margem das discussões, mesmo porque se é difícil até para quem é da área entender, quanto mais para os cidadãos comuns que veêm a imprensa falar em juros altos, citando taxas de 17,25% ao ano, que é equivalente a 1,33% ao mês, e no seu dia a dia, paga no limite do cheque especial até 8% ao mês, no financiamento rotativo do cartão de crédito, acima de 10%, e para confundí-lo ainda mais, se ele for financiar um carro, consegue taxas relativamente baixas, em torno de 1,7%.

O texto completo está no Meu outro blog!

www.blogdoeroni.blogspot.com

EMPRESAS: FINANÇAS DOS FUNCIONÁRIOS É DA SUA CONTA!

Tenho estudado e  analisado temas e sutações de finanças pessoais, focando o impacto que o seu descontrole causa na vida, no trabalho e na carreira, pelo lado das pessoas. Pela ótica das empresas, analisando  as conseqüências negativas na motivação, na produtividade, na negociação salarial, na política de remuneração, etc.

 

Estou ficando estarrecido com as situações que aparecem, onde profissionais altamente capacitados e carreiras promissoras, vivem em aflição com suas contas, dívidas, cheque especial tomado, juros que reduzem seus rendimentos, etc. Há também os reflexos danosos desse descontrole,  na família e na sua vida, que acaba não gerando nenhuma base aderente a uma motivação pessoal duradoura. Sua vida é como aquele camundongo que corre dentro da roda. Batalha muito, viive exausto mas não consegue sair do lugar!

 

Verifico que as empresas tentam motivar  essas pessoas com as consagradas palestras shows,  que tem feito a alegria de muitos palestrantes, mas com pouco resultado efetivo na vida dessas pessoas. Porque isso? Não adianta querer atear fogo na água! O que eles fazem então? "colocam uma pequena quantidade de gasolina sob a água e ateiam fogo". Há uma combustão momentânea e logo depois, a realidade da vida "a água" sufoca e tudo volta como antes, permeado ainda de frustrações e desilusões.

Outra  coisa que percebo é que essas pessoas têm certeza que vivem assim porque ganham mal, mas creio que precisam descobrir que muito provavelmente a causa disso é gastar mal o que ganham, que aparentemente, as empresas não têm nada com isso.

 

Diante disso, a resposta que tenho encontrado: As empresas necessitam urgentemente levar a sério em suas políticas de RH, que essa questão aparentemente particular do funcionário, é muito da conta da empresa, mas no sentido de instruir e educar e redirecionar essas pessoas para atingirem sua paz interior e traduzir isso em melhores resultados profissionais e para o sentido de suas vidas.

FRASES PARA REFLEXÃO

"Dinheiro é como eletricidade: beneficia os prudentes e fulmina os insensatos."
Dinamor

"Há muitos modos de ganhar dinheiro, mas só um de gastar: menos do que se ganha."

Renato Kehl

"Dê cuidadosa atenção aos seus rebanhos, pois as riquezas não duram para sempre."

Salomão

"Quem toma dinheiro emprestado, torna-se escravo de quem empresta"

Salomão

A FACILIDADE E O PERIGO DO COMPROMETIMENTO DA RENDA.

 

A notícia está na imprensa: houve um aumento de 98% no volume de créditos consignados, que são aqueles descontados na folha de pagamento. Hove também um crescimento de 13,5% na inadimplência dos consumidores.

 

Obviamente isto é um sinal de alerta para todos que na hora de fazer suas contas, facilmente esquecem de algum compromisso assumido e estouram seu orçamento. Posteriormente, isso resulta em inadimplência e em juros altíssimos. Resultado: uma tremenda dor de cabeça.

 

Dica: Como uma pessoa hoje normalmente paga juros do cheque especial, faz parcelas em cartão de crédito, financiamento de carro, empréstimo pessoal , prestação de eletrodomésticos, empréstimos consignados, aluguel, etc., fica muito fácil perder-se nessa somatória, se confiar apenas em sua memória. Por isso, é muito importante que você controle os seus compromissos no papel, ou de preferência em uma planilha eletrônica, não esquecendo principalmente daqueles compromissos que se repetem todos os meses, como escola, condomínio, TV a cabo, internet, mensalidade do clube, combustível, etc. Considere nisto a tendência que temos de lembrar na hora de fazer as contas só das contas mais corriqueiras, como as de água, luz e telefone.

 

Dessa forma, basta consultar seus controles antes de fazer qualquer compromisso, ou mesmo de planejar seu mês. Outra utilidade importante desse controle, para quem é casado, e uma forma clara de compartilhar o controle de sua vida com o cônjuge. Claro que também serve para aquele momento que “um” quer gastar e o outro diz que não é o momento. Nada como algo claro e concreto para visualizar a resposta e amenizar a briguinha básica entre o casal! 

A REVISTA VOCÊ S.A PUBLICOU MEU COMENTÁRIO!

Estou feliz porque a Revista Você S.A. na Edição de Janeiro, que está muito legal, publicou meu comentário sobre finanças pessoais, que era assunto da revista de dezembro.

HOJE: UMA BREVE REFLEXÃO.

Somos constantemente tentados a comprar coisas e nem sempre o freio da razão funciona. Reflita:

"Quando gastamos dinheiro em coisas que não precisamos, corremos o risco de ter que vender aquilo que necessitamos ou de nos privarmos daquilo que desejamos, ou de adiar aquilo que sonhamos!"

Lembre-se:Gastar é bom, e faz bem, desde que esses gastos sejam planejados, senão você faz a mágica de transformar o prazer em dor de cabeça! Isso é coisa que só bêbado faz. Enche a cara, acha que se diverte e depois fica reclamando do Porre!

 

A HISTÓRIA DO NÚMERO NO FUNDO DA CAIXINHA DE LEITE

 

Uma brincadeira na internet que está fazendo muita gente de palhaço!

 

                                   

 

Me revolta ver nos supermercados, pessoas simples, feitas de palhaços, revirando caixas de leite para observar o número no fundo da caixinha, porque algum criativo brincalhão propagou na internet que um número estampado lá, refere-se ao número de vezes que o produto foi reprocessado. E pior, deixam de levar ofertas e perdem dinheiro por causa do tal número.

 

Isso é uma asneira tão grande, e por isso, esclareço algumas coisas para que pessoas de boa fé não fiquem pagando esse mico no supermercado:

 

a) – Sou consultor de Logística para indústrias e supermercados. Na cadeia de distribuição do leite é inviável o retorno de volume de produto à indústria sequer uma vez, quanto mais 4 ou 5 como andam dizendo.

b) – Se alguma indústria tentar fazer isso, seu prejuízo seria muito maior porque o leite certamente contaminaria seus silos e perderia milhares de litros de leite.

c) – O leite é produto de alto giro, que os supermercados repõem estoques até duas vezes por semana. Quando o giro não é rápido, imediatamente fazem ações promocionais e vendem tudo.

d) – O Leite longa vida tem validade de 180 dias. è quase impossível ocorrer devolução por vencimento de data de validade.

e) – Toda Indústria Laticínios de porte, tem obrigatoriamente uma unidade do Sistema de Inspeção Federal (S.I.F.) que fiscaliza diariamente quaisquer situações que possam interferir na sanidade do produto. Jamais permitiram algo como isso.

f) – Analisei “in-loco” uma indústria de grande porte, em nossa região e certifico que é inviável reprocessar e controlar lotes, devido ao volume de leite necessário para formar um lote de controle de produção.

 

Ah! o número tão famoso, faz parte do controle de produção do fornecedor de embalagens para as indústrias de Leite, que aparece em todas as marcas porque é a mesma indústria que fornece para todas.

 

CLIQUE AQUI: Esclarecimentos da indústria produtora de embalagens.

 

 

 

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